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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sede

Hoje pela manhã
quando o sol se despiu
procurei por ti
e me deitei de lado.
Apertei meu travesseiro
por entre as pernas
e recolhi o corpo...

E com toda força
te encontrei em mim
Tuas mãos, com sede
queriam águas
e as tirou de mim

Elas vertiam quentes
do rio e do mar...
Hoje te dei de beber
Mas quem matou a
sede fui eu !

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