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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Uma cadeira que balança

Em cada novo dia
entre as pedras do céu
em meio a areia do vento
Esperei por ti...

Cada flor que eu colhia
nas tardes de solitário véu
num silêncio frio, lamentei e
Esperei por ti...

Numa cadeira que balança
mãos secam um rosto
molhado de tanta alegria
Por vir-te hoje, iluminar
o meu último dia!

4 comentários:

  1. melancolia, solidão, apesar disso, muita beleza

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  2. Obrigado poeta pela visita.
    Beijo
    Neusa

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  3. Gostei do poema e com uma imagem interessante.

    Beijo do ZÉ

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  4. Olá Zé, obrigado por vir, beijos.
    Neusa

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