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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Decepção

                                                   Um bloco de gelo flutua
                                                   nos mares que invento
                                                   E nos versos que sei tristes
                                                   em minha carne morta
                                                   exalando um odor fétido
                                                   Que bom se virassem poesia
                                                   hoje é apenas decepção!

9 comentários:

  1. Hummmmmmmmmmmmmm,chic esse cantinho parabéns.
    Jorge.

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  2. Saudades de Você.
    Vai indique me o caminho.Diga vai, por onde ir.
    Pois já tenho os pés canssados.
    E já ando oprimido e torturado.
    Por sentimentos.
    Que nem foram respondidos,,,
    JC.

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  3. Saudades por que bates tanto assim.
    Tornando-me um louco apaixonado.
    Um pobre triste e solitário.
    Que ama e clama.
    Vivendo por viver.
    Chora e reclama.
    E não consegue ti esquecer...
    JC.

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  4. Há os meus desejos,,,
    Se eu fosse um beija flor.
    Indo de flor em flor a ti beijar.
    Talvez tivesse mais valor.
    Que um solitário que sou.
    Tanto ti desejo.
    E sempre acabo nos braços da solidão,,,
    JC.

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  5. Se pudesse ser um passarinho.
    Pousaria num galho bem alto só para ti espiar.
    Desejos que carrego há tanto tempo.
    A me importunar.
    Mas como nem sou mágico, nem feiticeiro.
    Tenho que concordar.
    E viver a realidade.
    De só em sonhos.
    Poder ti amar.
    E vou seguindo o meu destino.
    Com a solidão a torturar.
    Quem saiba, com a idéia na cabeça.
    De quem espera sempre alcança.
    Ou de farinha pouca.
    Meu pirão na boca.
    Sei lá.
    O que sei.
    E que não tenho você ao meu lado.
    Que minha cama anda vazia.
    E por onde vou.
    Já não tenho paz.
    Com essa danada de saudade a me importunar.
    Já rezei, até promessa já fiz.
    Se for pecado ou maldição.
    O Deus eu peço perdão.
    Mas sei que jamais irei esmorecer.
    E se for preciso lutar por esse amor.
    Que venha como for todos os inimigos.
    E mesmo se ferido esteja.
    Chagas não irão me comover.
    Ti gosto e essa e a minha razão de falar.
    Amor como o meu.
    Impossível de se encontrar.
    Coisas do circulo do encarnar
    Pois quando eu nascia.
    Tenho a certeza que meu amor morria.
    JC.

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  6. Na perda e que sentimos a falta que faz,,,
    Que faço se ti amo.
    Ainda não aprendi a andar só.
    Se já não a tenho ao meu lado.
    E os pensamentos a me torturar.
    Em que caminhos você se meteu?
    Será que beijas outras bocas e não a minha.
    Volta, por favor.
    Já não suporta essa espera.
    Não me faças um louco.
    Que na perda e por se sentir só.
    Admite a sua razão.
    E a falta que você faz,,,
    JC.

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  7. Se me dessem o direito de escolha.
    Jamais lhe escolheria.
    Pensamentos possessivos.
    Que sempre me machucaram.
    JC.

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  8. Se tivesse asas.
    Sempre iria ti procurar.
    Jamais enjoaria de o seu necta pegar.
    E todo lambuzado.
    Jamais esqueceria de você.
    A flor mais linda do cerrado.
    A que realmente me encantou.
    JC.

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  9. Palavras nada mais que palavras,,,
    Nos meus momentos de incerteza.
    Na dissonância de meus pensamentos.
    Atiço minhas palavras abstratas.
    Em direção ao seu estremo.
    Você tenta com seu juízo profano, me ignorar.
    Reviro-me nos lençóis errantes.
    Sem o seu corpo encontrar.
    E no seu avesso incontido.
    Ri e zomba,
    Da minha intimidade vazia.
    Diz que sou um errado, lacuna a se fechar.
    E não contendo o meu desejo.
    Avanço e ti beijo.
    Num feitiço enviado, fazendo você gostar.
    Balanças na cama, como guizo a anunciar.
    Uma quimera irreal, que pelas nossas cabeças acaba de passar.
    Despertado o instinto amargo do sexo.
    Numa tirania absurda.
    Onde nossas almas deitaram.
    A se estreitar
    E como um gozo sem nexo.
    Palavras.
    Apenas palavras.
    Sussurrada, perdida no ar.
    JC.

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